Uma Jornada de Coragem e Liberdade
Na tarde de 12 de novembro de 2024, a Sessão da Tarde da TV Globo apresenta o filme "Harriet - O Caminho Para a Liberdade", uma obra cinematográfica que se destaca pela narrativa de coragem e superação. Este filme, protagonizado por Cynthia Erivo, narra a vida de Harriet Tubman, uma mulher que se tornou um ícone da liberdade e da luta contra a opressão. Durante a Guerra Civil Americana, ela desempenhou um papel vital ajudando centenas de escravos a conquistar sua liberdade, desafiando as normas sociais e legais da época.
Harriet Tubman nasceu como Araminta "Minty" Ross em um ambiente de opressão e limitações extremas. Desde jovem, enfrentou circunstancias desafiadoras que forjaram seu espírito resiliente. Em 1849, Tubman escapou para a liberdade na Filadélfia, uma jornada perigosa que marcou o início de sua notável carreira como abolicionista. Sua transformação de escrava a uma notória ativista política é um testemunho de sua determinação inabalável e coragem inata.
A Luta Pela Liberdade
A história de Tubman é uma daquelas que inspiram e tocam o coração. Após sua fuga, seu envolvimento com a Sociedade Anti-Escravidão dos Estados Unidos destacou sua missão de justiça. Foi aqui que ela estabeleceu contato com outros renomados ativistas, como William Still e Marie Buchanon, unindo suas vozes para lutar contra a escravidão. Este filme não apenas captura a história, mas também as emoções cruas e pesadas da época.
Harriet Tubman não apenas lutou contra a escravidão, mas também teve que lidar com uma série de dificuldades pessoais. Após um incidente no qual um homem atirou um peso de dois quilos em um escravo fugitivo, atingindo Harriet em vez disso, ela adquiriu visões e episódios que os médicos da época descreveriam como "torpor" ou "letargia". Esses eventos desafiadores não a definiram, mas sim fortaleceram sua determinação de seguir ajudando pessoas.
Retrato de uma Lenda
O filme "Harriet - O Caminho Para a Liberdade" não seria o mesmo sem a fenomenal performance de Cynthia Erivo. Inicialmente, a escolha de uma atriz para o papel central gerou controvérsia quando Julia Roberts foi sugerida, uma escolha que parecia ignorar o crucial contexto racial da história. Felizmente, Cynthia Erivo, cuja carreira já havia sido destacada por suas performances na Broadway, foi chamada para assumir o papel. Erivo trouxe a complexidade e força necessárias para interpretar Tubman de maneira autêntica.
Esta epopeia cinematográfica captou a atenção internacional e emocionou muitos espectadores. Em 2020, o filme foi agraciado com duas indicações ao Oscar, uma delas para Melhor Atriz, em reconhecimento ao desempenho poderoso de Cynthia Erivo, e a outra para Melhor Canção Original por "Stand Up", também interpretada por ela, um hino à liberdade e resistência.
Uma História Que Nunca Deveria Ser Esquecida
"Harriet - O Caminho Para a Liberdade" é mais do que um filme; é um lembrete da força do espírito humano em face à opressão. Harriet Tubman deixou um legado inegável em sua busca pela liberdade e igualdade. Sua vida e impacto permanecem como um farol de esperança e determinação, incitando as gerações futuras a lutarem por um mundo mais justo e empático.
Para os telespectadores que sintonizarem a Sessão da Tarde neste 12 de novembro, a experiência será não apenas de entretenimento, mas de profundo aprendizado histórico e emocional. Assistir a este filme é reconhecer e honrar a extraordinária vida de uma mulher cujas ações transcendentes ajudaram a moldar o tecido da sociedade americana, impulsionando a marcha pela liberdade e justiça.
fabricio caceres
Esse filme é puro soco no estômago. Harriet era fera mesmo.
eduardo sena
Vi esse filme no cinema e fiquei sem palavras. A atuação da Cynthia Erivo é algo que vai além de atuar - ela se tornou Harriet. O peso da história, os olhares, os silêncios... tudo foi perfeito. Se você ainda não assistiu, corre lá. Não é só entretenimento, é um aprendizado com alma.
João Marcos Rosa
É incrível como a vida de Harriet Tubman é um exemplo de coragem, fé e determinação inabalável! Ela não apenas fugiu da escravidão - ela transformou sua dor em um movimento de libertação coletiva! E o fato de ter continuado ajudando outras pessoas, mesmo depois de sofrer um trauma tão grave, como o impacto do peso na cabeça, mostra uma força espiritual que poucos conseguem compreender! O filme, com toda a sua autenticidade, nos lembra que a liberdade nunca é dada - é conquistada, sangue, suor e lágrimas!
nathalia pereira
A história de Harriet é um chamado à consciência. Ela representou o que é possível quando o espírito humano se recusa a aceitar a injustiça como destino. É um legado que transcende fronteiras e épocas.
Joaci Queiroz
Fala sério, o filme é bonitinho, mas exageram na dramatização. A história real é mais complexa e menos cinematográfica. E aquela música "Stand Up"? Um hino de protesto bem feito, mas não merecia indicação ao Oscar. A indústria só quer parecer "woke".
maicon amaral
A narrativa de Harriet opera como uma arquitetura de resistência epistêmica. Ela não apenas desafiou o paradigma escravocrata - ela subverteu a ontologia da opressão, reconfigurando o sujeito como agente histórico. A performance de Erivo, por sua vez, é um ato performático de reexperiência, uma re-inscrição da memória coletiva negra no cânone cinematográfico ocidental. Ainda assim, a representação ainda é mediada por uma lente neoliberal de heroísmo individual, negligenciando as redes comunitárias que sustentaram sua jornada.
Davi Informatica
Só queria dizer: se você achou que o filme era só sobre escravidão, você não viu direito. É sobre como uma mulher, sozinha, mudou o rumo da história. E não foi por acaso - foi por escolha, toda hora, todos os dias. E isso vale pra qualquer um que acha que não pode fazer diferença. Você pode. E você deve.
Pr. Nilson Porcelli
Se você tá assistindo isso só por curiosidade, tá fazendo errado. Isso aqui é uma lição de vida. Harriet não esperou ninguém vir salvar ela. Ela salvou os outros. E isso é o que importa. Se você tá sentado aí pensando que a luta acabou, acorda. Ainda tá rolando. E você pode ser parte dela.
Myriam Ribeiro
eu amei o filme mas me deixou triste pq ainda tem tanta coisa igual hoje em dia... mas pelo menos agora a gente fala disso mais
Vanessa Sophia
Acho que o mais bonito é que ela nunca pediu pra ser heroína. Só fez o que tinha que fazer.
João Marcos Rosa
Exatamente isso que a Vanessa falou - e isso é o que torna Harriet tão poderosa. Ela não buscava glória, nem reconhecimento. Ela só não conseguia viver sabendo que outras pessoas estavam sendo torturadas, e isso é o mais humano que existe. A coragem verdadeira não grita - ela age, mesmo quando ninguém está olhando.