A temporada regular da NBA 2025-26, a 80ª da história da liga, estreia oficialmente na terça-feira, 21 de outubro de 2025, com dois dos jogos mais aguardados da última década. Às 20h (horário de Brasília), o Oklahoma City Thunder recebe o Houston Rockets na Paycom Center, transmitido exclusivamente pela Prime Video. Já às 23h, o clássico Los Angeles Lakers x Golden State Warriors acontece no Crypto.com Arena, com transmissão simultânea pela ESPN2 e Disney+. Não é só um começo de temporada — é um sinal de que o basquete voltou com tudo.
Um calendário cheio de emoção desde o primeiro minuto
A temporada não vai dar tempo para respirar. Logo após a estreia, a NBA CupLas Vegas entra em ação. A terceira edição do torneio de meio de temporada, antes chamado de Mid-Season Tournament, começa em 31 de outubro e termina em 16 de dezembro. As fases de grupos se estendem até 28 de novembro, seguidas pelas quartas em 9 e 10 de dezembro, semifinais em 13 de dezembro e a grande final no T-Mobile Arena, em Las Vegas. A ideia? Dar mais significado aos jogos de novembro e criar rivalidades que não existiam antes.Jogos internacionais: o basquete vai além dos EUA
A NBA está apostando pesado na expansão global. Em 1º de novembro de 2025, o Detroit Pistons enfrenta o Dallas Mavericks no Arena CDMX, em México City. É o primeiro jogo da liga na capital mexicana desde 2019 — e o público local já está em polvorosa. Em janeiro de 2026, a turnê europeia continua: o Orlando Magic joga contra o Memphis Grizzlies em Berlim (15 de janeiro) e, dois dias depois, na London O2 Arena. Esses jogos não são apenas exibições. São estratégias claras para atrair novos fãs, especialmente entre os jovens europeus e latino-americanos que cresceram assistindo aos clássicos do LeBron e do Curry.Christmas Day: o clássico que ninguém esquece
Natal em Nova York, Los Angeles e Cleveland não é só ceia e presentes. É basquete. No dia 25 de dezembro de 2025, a NBA entrega cinco jogos de alto nível: Cleveland Cavaliers x New York Knicks, San Antonio Spurs x Oklahoma City Thunder, Dallas Mavericks x Golden State Warriors, Houston Rockets x Los Angeles Lakers e Minnesota Timberwolves x Denver Nuggets. É o calendário mais disputado do ano — e os fãs já começam a planejar festas de Natal com TV ligada no jogo.Tudo o que vem depois: All-Star, Play-In e Final
Em fevereiro, o foco muda para Los Angeles, onde o All-Star Weekend acontece entre os dias 13 e 15. As estrelas da liga, os jogos de dunk, as competições de três pontos — tudo isso promete ser um espetáculo, especialmente com o retorno de jogadores como Luka Dončić e Jayson Tatum em plena forma. A temporada regular termina em 12 de abril de 2026. Mas o verdadeiro clímax só começa depois: o Play-In Tournament entre 14 e 17 de abril, onde as equipes da 7ª à 10ª colocação lutam por duas vagas nos playoffs. A partir de 18 de abril, os playoffs oficiais começam — e os fãs sabem: aqui não há espaço para erro. A final da NBA, por sua vez, está marcada para começar em 4 de junho de 2026. Será a primeira vez desde 2018 que o campeão será coroado em um mês tão tardio.
Pré-temporada já começou — e foi global
Antes mesmo da estreia oficial, a NBA já tinha movimentado o mundo. Em 3 de outubro, o Phoenix Suns enfrentou o Los Angeles Lakers em Palm Desert, Califórnia. Em Abu Dhabi, os New York Knicks jogaram contra os Philadelphia 76ers — o primeiro jogo da NBA nos Emirados Árabes desde 2018. Em Melbourne, o New Orleans Pelicans enfrentou o South East Melbourne Phoenix, um time da NBL australiana. E em Macau, os Brooklyn Nets e Phoenix Suns jogaram duas vezes no Venetian Arena. Isso não é só marketing. É a NBA se tornando um fenômeno global, não apenas americano.Por que isso importa para você?
Se você é fã de basquete, isso é o maior calendário da história da liga. Se você não é, ainda pode se interessar: é o esporte que mais cresce entre jovens no Brasil, na Ásia e na Europa. O Oklahoma City Thunder tem o jovem fenômeno Shai Gilgeous-Alexander, que pode ser o próximo MVP. O Los Angeles Lakers ainda têm LeBron James — que, aos 40 anos, continua sendo o maior atrativo da NBA. E o Golden State Warriors tenta manter o legado de Curry, mesmo com a equipe mais velha da liga.Essa temporada não é só sobre campeonatos. É sobre identidade, legado e o futuro do esporte. E começa com dois jogos que vão definir o tom de todo o ano.
Frequently Asked Questions
Quais times têm a melhor chance de vencer a NBA Cup?
Times como o Oklahoma City Thunder, Denver Nuggets e Boston Celtics são os favoritos, por terem elencos equilibrados e jogadores jovens em alta. O Thunder, em especial, vem de uma temporada de surpresa e tem a defesa mais eficiente da liga no ano passado. Mas o Warriors e o Lakers, mesmo com elencos mais velhos, têm experiência em jogos de alta pressão — e isso pode fazer a diferença na final em Las Vegas.
Por que a NBA está jogando tantos jogos fora dos EUA?
A liga quer expandir sua base de fãs globais, especialmente na Ásia e na América Latina, onde o basquete cresce mais rápido que o futebol entre jovens. Jogos em México City, Berlim e Londres não são apenas eventos — são investimentos. Em 2024, a audiência da NBA na América Latina cresceu 37% ano a ano. A venda de camisetas e streaming internacional já supera o mercado europeu de futebol em alguns países.
O que muda com o All-Star Weekend em Los Angeles?
Pela primeira vez desde 2018, o All-Star será na cidade onde a NBA tem sua sede histórica. Isso significa mais celebrações, mais presença de celebridades e, provavelmente, um jogo de estrelas mais competitivo. Além disso, os jogadores da Califórnia — como LeBron James e Anthony Davis — terão o apoio da torcida local, o que pode influenciar votações e até decisões de contrato na próxima janela de livre-agente.
A temporada termina tão tarde — isso prejudica os jogadores?
Sim, e isso já gerou críticas de treinadores e médicos. O fim da temporada em junho, com jogos até o final do mês, deixa pouco tempo para recuperação antes da pré-temporada de outono. Jogadores como Kevin Durant e Giannis Antetokounmpo já expressaram preocupação com lesões por sobrecarga. A liga promete revisar o calendário em 2027, mas por enquanto, o ritmo é intenso — e os jogadores vão precisar de mais descanso do que nunca.
Quem são os principais candidatos ao MVP da temporada?
Shai Gilgeous-Alexander, do Thunder, é o grande favorito, depois de liderar a liga em pontos e assistências na temporada passada. Nikola Jokić, do Nuggets, é o eterno candidato, e Joel Embiid, do 76ers, voltou com força total. Mas o nome que ninguém esperava? Victor Wembanyama, do Spurs. Se ele mantiver o nível da pré-temporada, pode se tornar o mais jovem MVP desde LeBron James, em 2008.
Como assistir aos jogos da NBA no Brasil?
Os jogos da temporada regular são transmitidos pela ESPN2, Disney+ e Prime Video, dependendo do confronto. Os jogos internacionais e o NBA Cup têm transmissão exclusiva pela Prime Video. Para quem quer tudo em um só lugar, o pacote da ESPN+ (disponível no Brasil) inclui todos os jogos ao vivo, além de reprises e análises em tempo real. O canal da NBA no YouTube também disponibiliza destaques gratuitos após cada jogo.
Luana da Silva
Shai vai ser MVP. Ponto final.
Luana Karen
Essa temporada tá mais viva que o Carnaval no Recife. Ver o Thunder jogando com aquela defesa feroz e o Shai tomando conta de tudo... é como ver um poema se transformar em cesta de três pontos. E o basquete no México? Isso aqui não é só esporte, é cultura se espalhando. O pessoal lá tá vivendo o mesmo sonho que a gente cresceu ouvindo no rádio com o Nenê e o Leandrinho.
Quem pensa que NBA é só EUA tá muito atrasado. A gente já tá no centro disso tudo. E o All-Star em LA? Vai ser tipo um festival de luzes, música e basquete - tipo um superespetáculo que a gente nem sabia que precisava.
É bonito ver o Curry ainda lá, mesmo com o tempo passando. É como se ele fosse o poeta que nunca parou de escrever. E o LeBron? Ele tá ali como um rei que nunca deixou o trono. Não é só habilidade, é presença. É história caminhando.
Eu tô planejando minha festa de Natal com os amigos só pra ver o Lakers x Warriors. Nada de peru. Só pizza, cerveja e o jogo. E se o Thunder vencer? Vai ser o começo de uma nova era. E se o Warriors vencer? Vai ser o fim de um ciclo... mas com classe.
Essa liga tá se tornando algo maior que o esporte. É identidade. É pertencimento. E eu tô aqui, no Brasil, assistindo como se fosse parte da família.
Luiz Felipe Alves
Se o Thunder é favorito pra NBA Cup, então o que diabos é o Nuggets? Jokić tá numa dimensão paralela. E o Wemby? Se ele continuar nesse ritmo, o MVP vai ser decidido por um voto de consciência, não por estatísticas. O cara tá jogando como se tivesse um computador no cérebro. Mas calma aí, quem disse que o Luka não vai aparecer com 45 pontos e 15 assistências em Las Vegas? A NBA tá cheia de surpresas que ninguém vê vindo - tipo o Giannis quebrando o joelho no meio da final.
E os jogos internacionais? Sério, quem acha que isso é só marketing tá cego. O basquete tá virando o novo futebol no mundo jovem. E olha só: ninguém tá falando disso. A mídia brasileira ainda prefere falar de Neymar do que de um garoto de 19 anos fazendo uma entradona de 360 no O2 Arena.
Se o calendário termina em junho, então por que diabos a liga não faz uma pausa de duas semanas depois dos playoffs? É só para os jogadores morrerem de exaustão e os times começarem a vender camisetas de 'recuperação'?
Ana Carolina Campos Teixeira
É lamentável como a NBA se transformou em um show de marketing global, desprovido de qualquer autenticidade esportiva. Os jogos no México? Em Berlim? Isso é colonialismo cultural disfarçado de esporte. A liga perdeu o rumo. O basquete era um jogo de paixão, não de contratos de streaming e camisetas de luxo vendidas em Dubai. E ainda querem nos convencer de que isso é 'evolução'?
Stephane Paula Sousa
Shai é o futuro e o presente e o passado tudo de uma vez só. O basquete ta mudando e eu to aqui pra ver. Ninguem entende mas eu entendo. O lebron ta ai mas o que importa é o que vem aí. O mundo ta mudando e o basquete ta junto. Nao tem como voltar atrás. O que é basquete mesmo? É o que a gente sente quando o jogo acaba e a gente ainda tá pensando nele. É isso.
Edilaine Diniz
Adorei o post! Tô tão animada pra ver o jogo do Thunder. E o Wemby tá me fazendo acreditar em milagres de novo. Vou marcar minha agenda pra todos os jogos da NBA Cup. Vai ser épico!
Thiago Silva
Essa NBA tá virando um reality show com cestas. O LeBron aos 40? O Curry com 12 anos de liga? Isso é nostalgia vendida como competição. E os jogos no México? Tá faltando um jogo no meio da Amazônia? A liga tá perdendo a cabeça. E o All-Star? Um circo de estrelas que não joga defesa. O basquete tá morto. Só os contratos estão vivos.
Gabriel Matelo
A expansão global da NBA é um dos mais inteligentes movimentos esportivos dos últimos 30 anos. O crescimento de 37% na América Latina em 2024 não é acidente - é resultado de estratégia, infraestrutura e respeito à cultura local. Jogar em México City não é 'turismo esportivo'. É reconhecimento. O basquete, como o futebol, é um idioma universal. E a NBA está ensinando esse idioma com precisão. O fato de que jovens em Berlim e em São Paulo assistirem aos mesmos jogos, com os mesmos heróis, é um fenômeno sociocultural sem precedentes. A NBA não está comercializando esporte. Ela está construindo uma nova geração de identidades coletivas.
Pedro Vinicius
Se o calendário termina em junho e a pré-temporada começa em setembro, então onde está o descanso? O corpo não é máquina. Os jogadores não são robôs. Eles têm músculos, tendões, sonhos e filhos. A liga tá jogando com a vida deles. E ninguém fala disso. Só falam de estatísticas e contratos. O que é mais importante: um título ou a saúde de um atleta? Acho que a resposta é óbvia, mas ninguém quer ouvir.
Evandro Argenton
Alguém viu o jogo do Suns x Lakers em Palm Desert? O LeBron fez uma assistência de trás da cabeça tipo 3 segundos antes do apito. Isso é magia pura. Vou repetir: MAGIA PURA. Tô chorando de emoção.
Adylson Monteiro
Shai Gilgeous-Alexander? Um jogador decente, mas não é MVP. Ninguém é MVP sem título. E o Wemby? Ele não sabe jogar defesa. Ele só salta e faz careta. E o LeBron? Ele tá só ali porque o mercado ainda acredita nele. A NBA tá cheia de fantasmas que não merecem estar lá. E o All-Star? Um show de crianças vestindo camisa de time de outro país. O basquete tá morto. E vocês só falam de streaming.
Aline de Andrade
Wemby tá na linha de frente da nova geração. Ele tá jogando como se tivesse um algoritmo interno. E o fato de ele estar no Spurs? Perfeito. A equipe tá virando um laboratório de basquete do futuro. E o Thunder? A defesa deles é tipo um muro de concreto com inteligência artificial. Ninguém passa. Ninguém.
Amanda Sousa
Eu tô tão feliz que a NBA tá chegando em lugares que a gente nem imaginava. Lembro que quando eu era criança, o basquete aqui era só o que a gente via no YouTube. Agora, o meu primo em Belém tá assistindo o jogo em live, com legendas em português. Isso é mudança de verdade. E o jogo em Berlim? Vai ser o primeiro que eu vou ver com meus pais. Eles nunca viram um jogo da NBA ao vivo. Agora, vão.
Fabiano Oliveira
A estrutura do calendário é absurda. Um fim de temporada em junho, sem pausa mínima, é um erro de gestão esportiva. Os jogadores estão sendo tratados como peças de uma máquina, não como seres humanos. A liga deveria ter adotado um modelo europeu: pausa de três semanas após os playoffs. Mas, claro, isso reduziria o lucro. O esporte virou indústria. E nós, torcedores, somos apenas consumidores.
Bruno Goncalves moreira
Eu tô torcendo pro Thunder só porque o Shai é brasileiro de coração. Ele cresceu em Toronto, mas a gente sente ele aqui. E o jogo contra o Rockets? Vai ser o primeiro que eu vou assistir com meu filho. Ele tem 6 anos. Acho que ele vai se tornar fã. E eu? Vou ser o pai que nunca perde um jogo.
Carla P. Cyprian
Conforme a análise estatística da distribuição de jogos internacionais, a NBA demonstra uma coerência geográfica na expansão de seu público-alvo, alinhada às projeções demográficas de crescimento do esporte nas regiões de América Latina e Europa. A presença em mercados emergentes é, portanto, uma estratégia de longo prazo, não um evento pontual.
Ezequias Teixeira
Se o Wemby realmente chegar ao MVP, ele vai ser o primeiro jogador desde LeBron a ganhar com menos de 21 anos. Isso é histórico. E o mais importante? Ele tá fazendo isso sem precisar de 30 tentativas por jogo. Ele é eficiente. Ele é inteligente. Ele é o futuro. E se ele vencer, a NBA vai ter que repensar tudo: como se mede um MVP, quem merece ser o centro, e o que realmente é excelência.
Luana Karen
Você tem razão sobre o Wemby. Mas lembra que o LeBron também foi MVP aos 21? E ele não tinha o apoio de uma equipe tão forte quanto o Spurs. O que o Wemby tá fazendo é mais difícil. Ele tá sendo o centro de um time que ainda tá se formando. E o Shai? Ele tá liderando uma equipe que não tem ninguém com o mesmo nível. Isso é o verdadeiro teste de um líder. Não é só marcar. É fazer os outros brilharem. E aí, o que é mais impressionante: um jogador que faz tudo sozinho... ou um que faz o time inteiro ser melhor?